“Quem não deve, não teme. A população precisa pesquisar histórico, antecedentes, trajetória, posicionamentos, presença, resultados reais e tudo aquilo que cada pré-candidato já fez ao longo da vida. Em época de pré-campanha e campanha, não deveria ser momento apenas de promessas, mas principalmente de mostrar o que já foi feito. Hoje está fácil. Dá um Google.”
Com esse discurso direto, o pré-candidato a deputado federal por Rondônia, Dr. Caio Machado, passou a defender publicamente uma nova abordagem para o período pré-eleitoral de 2026: incentivar que a própria população pesquise a trajetória completa dos nomes que pretendem disputar cargos públicos.
A proposta ganhou o nome de “Dá um Google” e aposta em uma linha de comunicação baseada em histórico, presença pública, posicionamentos e resultados já construídos ao longo da vida profissional e pessoal dos candidatos.
Segundo Dr. Caio Machado, o acesso rápido à informação transformou o comportamento da população em praticamente todas as áreas, inclusive na forma de escolher representantes políticos.
“Hoje, quando alguém vai contratar um serviço, comprar um produto ou escolher qualquer coisa importante, pesquisa antes. Na política deveria ser ainda mais sério. Quem quer representar a população precisa ter coragem de incentivar as pessoas a pesquisarem sua própria história”, afirmou.
O pré-candidato defende que o eleitor utilize ferramentas de busca para analisar antecedentes, atuação profissional, projetos, coerência política, reconhecimento público e presença social dos candidatos antes do voto.
“Hoje a população consegue pesquisar antecedentes, trabalhos realizados, posicionamentos, projetos, presença, reconhecimento, coerência e aquilo que realmente foi feito. Isso ajuda a separar narrativa de realidade”, declarou.
Nas redes sociais, o conceito começou a repercutir pela linguagem considerada mais moderna e distante dos slogans políticos tradicionais. Uma das frases utilizadas nas publicações é:
“Sem promessas. A história tá feita. Dá um Google.”
Dr. Caio Machado também afirmou que faz questão de incentivar que a população pesquise sua trajetória “em todos os níveis”, defendendo transparência e acesso à informação como parte do processo democrático.
