Em meio aos desafios persistentes da saúde pública em Rondônia, um nome começa a ganhar força ao trazer um posicionamento direto, técnico e baseado na prática: o cirurgião-dentista Dr. Caio Machado, pré-candidato a deputado federal pelo MDB.
Com mais de 20 anos de atuação na Amazônia e mais de 50 mil atendimentos realizados no estado, ele entra no cenário político com uma proposta clara: melhorar a saúde pública a partir da base, começando pela valorização de quem está na linha de frente.
“Não existe saúde de qualidade sem valorizar quem atende. Esse é o primeiro passo de qualquer mudança séria.”
Segundo Dr. Caio, o modelo atual falha ao não reconhecer a importância dos profissionais da saúde, que lidam diariamente com alta responsabilidade, muitas vezes sem estrutura adequada, remuneração justa ou condições dignas de trabalho.
“Economizar em quem atende é uma economia burra. No final, quem paga essa conta é a população, com um atendimento sobrecarregado e desumanizado.”
Para o pré-candidato, a valorização dos profissionais não é apenas uma questão de reconhecimento, mas uma estratégia prática de melhoria do sistema.
“Quando você valoriza o profissional da saúde, você atrai mais gente qualificada querendo trabalhar, reduz a sobrecarga e melhora o atendimento.”
Ele também destaca que essa valorização permite elevar o nível de exigência dentro da rede pública.
“Quando o profissional é valorizado, você consegue organizar melhor o sistema, cobrar mais resultado e garantir um atendimento mais humano e mais eficiente.”
Além da valorização da classe, Dr. Caio defende mudanças estruturais no funcionamento da saúde, começando pelo acolhimento ao paciente.
“A pessoa chega no posto de saúde muitas vezes em desespero e não encontra acolhimento. Isso precisa mudar.”
Entre as propostas está a implantação de equipes preparadas para organizar o fluxo, orientar os pacientes e garantir um atendimento mais humanizado desde a chegada.
Outro ponto central é o uso da tecnologia como ferramenta para ampliar o acesso e melhorar a eficiência do sistema.
“Hoje já existe tecnologia suficiente para levar atendimento de qualidade para qualquer lugar. O que falta é aplicar isso com conhecimento e organização.”
Ele também defende a ampliação de atendimentos de média complexidade dentro dos próprios municípios, reduzindo o deslocamento da população e o acúmulo nos grandes hospitais.
“Grande parte do problema está no gargalo. Tudo acaba indo para hospital maior porque falta estrutura organizada na base.”
Com o avanço da tecnologia e a redução dos custos de equipamentos médicos e odontológicos, esse modelo, segundo ele, se tornou ainda mais viável.
“Hoje os equipamentos são mais acessíveis, a tecnologia evoluiu. Não existe mais desculpa para não levar atendimento de qualidade para a ponta.”
Com experiência consolidada em atendimentos realizados em regiões remotas da Amazônia muitas vezes em locais sem energia elétrica ou infraestrutura básica Dr. Caio afirma que a prática comprova que é possível fazer mais com o que já existe.
“Se a gente consegue realizar atendimentos especializados dentro da floresta, em locais sem estrutura, é totalmente viável fazer dentro das cidades. Mas para isso precisa conhecer a prática. E eu sou especialista nisso.”
Para ele, a mudança na saúde pública não depende apenas de grandes investimentos, mas de decisões práticas, organização e compromisso real com a população.
“Não falta solução. Falta valorizar quem trabalha, organizar o sistema e fazer acontecer.”
Com o crescimento de nomes fora da política tradicional, o debate começa a ganhar força entre a população, que busca mais do que promessas busca resultados concretos.
Rondônia não precisa de mais promessa.
Precisa de respeito com quem atende e resultado pra quem precisa.
